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Hospital Regional do Oeste

HRO | 01.11.2017 | Comentários desativados em Pastoral Ecumênica participa de Congresso

A equipe da Pastoral Ecumênica do Hospital Regional do Oeste participou do XVII Congresso Brasileiro Ecumênico de Assistência Espiritual Hospitalar – ACAEHB. O grupo foi representado pela coordenadora, Ivone Severina Lorenzi; Catia Berner, da Igreja Evangélica Luterana de Confissão do Brasil (Equipe Decisória), e Elio dos Santos, da Igreja Católica (Equipe Devocionária).

O Congresso reuniu as mais diferentes experiências em capelania hospitalar para falar e compartilhar vivências na área, além de capacitar os visitadores. Nesta edição, o tema abordou a “celebração da vida em meio ao sofrimento”.

Reflexões

Conceito de felicidade que é alvo subjetivo e não objetivo. Cada um tem direito a sua felicidade. Quais as possibilidades de felicidade em sua vida? Reflexão motivada pela psicóloga Lorena Carvalho.
Como entender o sofrimento e a dor em meio à vida? Sempre temos o cuidado do corpo e o espírito, somos seres infinitos. O nosso papel é proporcionar uma morte mais leve. Quem cuida do doente que não tem cura? Desafios. O que é o sofrimento? É qualquer experiência aversiva a dor. Não temos o que falar diante do sofrimento, ouvir e acolher… Cada uma dessas pessoas agradece por esses momentos. A doença atinge não só a pessoa, mas a família e a sociedade. Aí percebemos a importância dos trabalhos dos voluntários no ambiente hospitalar, respeitando o credo religioso de cada um. Faça para o outro aquilo que gostaria que fizessem com você.
(Enf. MSc. Maristela J. Santos – Coordenadora do Serviço de Enfermagem em Cuidados Paliativos/CEPON)

Como celebrar a vida em meio ao sofrimento

Apesar da dor ainda existe possibilidade para celebrar a vida, gratidão e perdão, convivência e comunhão. Importante no ambiente hospitalar é possibilitar esse espaço mais humanizado para o paciente. Celebrando a vida em meio ao sofrimento. Diante da doença e da dor, temos valor. O último olhar deste que esta morrendo, que leve o amor. Celebrar a vida é um ato de amor com o próximo. A nossa vida é de Deus. O sofrimento é intolerável, quando não é cuidado. É importante no ambiente hospitalar, possibilitar um espaço agradável. A nossa vida é de Deus. Para a vida viemos, para a vida eterna voltamos. (Padre Mário Augustin Pedroso)

Envolvimento com a dor e o sofrimento

Aquele que neste momento esta fragilizado, conta com o apoio e a generosidade, carinho e ajuda. Com isso somos beneficiados. Há muita inquietude e insegurança. O médico diante diz, acima de tudo, que o mais importante é estar junto, cedo demais para morrer. De que forma os cuidadores podem se colocar ao lado do paciente que sofre? Qual é a importância do preparo para lidar com a vida que está fragilizada? Até que ponto os colaboradores, voluntários, familiares e visitadores estão preparados para este desafio? (Luiz Alberto Silveira -Oncologista Clinico)

Sofrimento secundário

Um dos fatores mais comuns observados em pacientes com doenças graves, principalmente nos que são hospitalizados, é o que chamamos de “sofrimento secundário”. Para muitos pacientes, o medo da morte não é a sua dificuldade maior.

Entre alguns dos problemas mais difíceis, estão:
a) Separação dos familiares; b) Problemas financeiros; c) Isolamento; d) Não realização de metas; e) Dependência e vergonha; f) Medo do sofrimento físico; g) Medo do desconhecido; h) Receio pelos dependentes; i) Inveja de quem tem saúde.

Durante o Congresso foram realizadas oficinas sobre como celebrar em ambiente hospitalar, como realizar uma visita a enfermos, Síndrome de Burnout (Estado de esgotamento físico e mental ligado à vida profissional) entre cuidadores e visitadores, como lidar com a possibilidade de morrer, e resiliência – virtude no sofrimento.

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